sexta-feira, 15 de junho de 2012

Pollock pinga no chão poeirento da tua pele receptiva, brasa serotonina do instante. Sagração primaveril em bumbos fortes, estremecedores. Creme de chuva. Raio cria raiz no teu tantra.
70 foi amor livre, agora só telepatia.
Tantos eram os passarinhos quanto as cores subjacentes ao arco-íris. A bandeira era desculpa. Medições não se entenderam. Logo logo, menos bambolês e mais punhos em riste. Não dizia o nome, mas conquistou o sol.
Desatando o nó do umbigo para um dia bem tarde talvez se lembrar de querer descobrir onde fora que o perdera.
Nem bem Olimpíadas começara, e já ornamentava saltos triplos em piscinas virilhas nada delicadamente tingidas em pudores. Ganhou prêmio na raspadinha. Mergulhou fundo naquele primeiro mundo, tanta a voracidade e a perfeição técnica. Jurou por Saint Genet, benzendo a trinca, um dia voltar lá.
"Stellis Insinuo", pensamento do pensamento, furacão azul no Mar do Caralho, em altas ondas o surfista internauta. Garoto bom no colégio interior, poderia ganhar mundo e trocados, talvez incenso. Aí fez o amigo.
Olho mágico pra ver visita, polícia ou pizza. Ou engano.
Madame nunca chegou toda toda, aquilo fora um momento estudado em porcelana dentária e xerox de última geração. Cores geneticamente modificadas, quem não sabia? Não importa, bradou o marido da fera.
Uma sala toda economizando luz, para que cada jogador ocupasse um lugar, assim como não faz sentido o creme de leite fresco ficar na mesma prateleira do sabão em pó. Todos eram raposa, mas não houve apito. Passada a fase interrogatório, alguém jogou um charme ao binóculo atento do vigia, e uma dor de cabeça obrigou o samurai experiente a tirar o time de campo.
Você liga e é só sorriso. Põe no volume velocidade máxima, não descostura, pode bater à vontade que não amarela. É pra sair por aí contando vantagem, verdinhas, tamanhos e tornados. Tudo viu na dominical. Transparente era a água, hoje é outra coisa.
Na pendência de um arquivo na Secretaria do Ministério Para Pequenas e Não Tão Importantes Causas Sociais, Fulaninho bem que tentou comprar vaga na fila. Era em frente a uma lona de plástico estendida por um camelô que vendia hologramas do Santo Filho transmutado em luz e nuvem colorida, made in China. Que anda expulsando estrangeiros. E quantos países quebraram para a vantagem do poderio militar de apenas um. Mas UFIR é signo de sociedade secreta governamental, a que qualquer artesão improdutivo está sujeito.
Tem um olho ali na barbatana do Peixe Lua.
O porto está vazio de naves, mas tem café descartável e alguma conversa jogada fora também.Tem que ter crachá, nome na vip, sobrenome insoletrável. Comemoraremos centenário do que inventou isso aqui e decifrou criptografias nazistas, mas foi capturado pelas forças do Bem, submetido a tratamento hormonal, e morreu feito Branca de Neve. Muito dinheiro falso à revelia de algum suor mental sem Neston. E todo dia promessa de baile, para ir caracterizado de alguma trybo.
Mil encarnações de Cindy Sherman, postaram recentemente.
& árvores da floresta dançaram o tchan, ou o tchu.